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Primeiro lote 100% nacional de medicamento para transplantados é entregue pelo Governo Federal

  • há 8 horas
  • 2 min de leitura

Também foram anunciados R$90 milhões para investimentos em desenvolvimento de tecnologias de produção de vacinas




Foi anunciada a entrega do primeiro lote com produção 100% nacional do “tacrolimo”, um medicamento essencial para pacientes transplantados. Foi anunciado também o investimento de R$ 90 milhões para o desenvolvimento de tecnologias de saúde nas áreas de RNA mensageiro, química medicinal, biofármacos, dispositivos médicos e saúde digital. As medidas foram divulgadas nessa terça-feira (24).

São R$ 60 milhões para a criação do primeiro Centro de Competência Embrapii do país em Vacinas e Terapias com RNA mensageiro (mRNA). Será a terceira plataforma desse tipo no país, ao lado das iniciativas da Fiocruz e do Instituto Butantan. De acordo com o Ministério da Saúde, agora o país passa a contar com três instituições públicas capacitadas a desenvolver e produzir esse tipo de vacina, o que aumenta a autonomia nacional e a capacidade de resposta a futuras pandemias. As vacinas de RNAm estimulam o organismo humano a produzir a principal proteína-alvo do vírus para induzir uma resposta imunológica forte e precisa.

Os outros R$ 30 milhões anunciados serão destinados a seis novas unidades também vinculadas à Embrapii. Elas trabalharão junto ao setor produtivo em parcerias nas áreas de química medicinal, biofármacos, dispositivos médicos e saúde digital. O objetivo é preparar o país para futuras emergências sanitárias e reduzir as vulnerabilidades nas cadeias globais de suprimentos.

Com relação à entrega do primeiro lote de produção integralmente brasileira do “tacrolimo”, que atua contra a rejeição do órgão em transplantes de fígado, rim e coração, além de garantir o fornecimento pelo SUS, o Brasil passa a ter mais segurança, independentemente de crises internacionais, como pandemias, conflitos ou oscilações cambiais. No Brasil, cerca de 100 mil pacientes utilizam “tacrolimo” de forma contínua.

Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Lucilly Araújo.

 
 
 

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